: Valtemir Lima: Ada Lovelace

Ada Lovelace


Ada Augusta Byron King, Condessa de Lovelace (10 de Dezembro de 1815 - 27 de Novembro de 1852) é principalmente conhecida por ter escrito um programa que poderia utilizar a máquina analítica de Charles Babbage.
Lady Lovelace, única filha legítima do poeta britânico Lord Byron e sua esposa,Annabella, é reconhecida como a primeira programadora de toda a história.[1]
Durante o período em que esteve envolvida com o projeto de Babbage, ela desenvolveu os algoritmos que permitiriam à máquina computar os valores de funções matemáticas, além de publicar uma coleção de notas sobre a máquina analítica.

História

Filha legítima do poeta Lord Byron, nascida em 10 de Dezembro de 1815 em Londres, na Inglaterra, viveu uma vida modelo para as senhoras da corte inglesa do começo do século XIX. Seu pai nunca a viu antes de completar o primeiro ano.[2]
Casada aos vinte anos, assumiu o nome do marido e o título de condessa, tornando-se a Condessa de Lovelace, a Sra. Augusta Ada King. E com o nome de Ada Lovelace entrou para a história como a primeira programadora.
Durante um período de nove meses entre os anos de 1842 e 1843, Ada Lovelace criou um algoritmo para o cálculo da sequência de Bernoulli usando a máquina analítica deCharles Babbage.
Ada foi uma das poucas pessoas que realmente entenderam os conceitos envolvidos no projeto de Babbage e durante o processo de tradução de uma publicação científica italiana sobre o projeto de Babbage incluiu algumas notas de tradução que constituem o primeiro programa escrito na história da humanidade.
Em 1980, o Departamento de Defesa dos EUA registrou a linguagem de programação Ada, em sua homenagem.[2]
Ada faleceu em Londres no dia 27 de Novembro de 1852, aos 36 anos, de câncer de útero, deixando dois filhos e uma filha, conhecida como Lady Anne Blunt. Em 1953, cem anos depois da sua morte, a máquina analítica de Babbage foi redescoberta e seu projeto e as notas de Ada entraram para história como o primeiro computador e software, respectivamente.

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